Apesar do convencimento da ciência
e da maioria dos países de que não há nada de errado em ser homossexual, ainda
é normal encontrar instituições que excluem a participação de quem se considera
gay. As igrejas, por exemplo, repudiam qualquer ato LGBT (Lésbicas, Gays,
Bissexuais, Travestis e Transexuais e Transgêneros) entre os seus membros, e
aqueles que se assumem sendo cristãos, são impedidos de assumir qualquer cargo
dentro dos templos.
Muitas igrejas usam a Bíblia para
condenar as “práticas” LGBT, e tentam passar através de seus cultos os
requisitos necessários para encontrar Jesus. De acordo com “regras”, os convidados
para a festa no céu devem agir de acordo com o que manda os mandamentos do
Livro Sagrado, sendo fiel à moral e aos bons costumes cristãos.
Sentir atração por alguém do mesmo
sexo ou se identificar com outro gênero, se transformando em drags, por
exemplo, são práticas extremamente desaprovadas por líderes e pela maioria dos fies.
E o castigo para quem se assume e não se nega é o afastamento de qualquer
função dentro dos templos.
O lugar de fala que decidi abordar
é um vídeo disponível no Youtube no canal “Armário de Saia”, em que duas Drags cantam
músicas gospel e falam sobre suas experiências dentro das igrejas que
frequentavam. Elas também falam da realidade de drags cristãs dentro de uma
sociedade que não admite a mistura da religião e do homossexualismo no mesmo
ambiente. Antes de encerrar o vídeo, elas deixam nítida a vontade de continuar
adorando e servindo a Deus através dos louvores.
Eliza Frizzera










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